quarta-feira, 15 de maio de 2013

Angels in the Garden

Para aqueles que creem, o Batismo é o nascimento da criança para a vida cristã, significa uma nova vida, purificada do pecado original. Mas também é uma tradição, um dia de festa, de comemoração, de encontro e de grande alegria! Esta a razão pela qual, tal como nos preparamos para a chegada do nosso filho, preparamos o dia do seu Batismo de forma a ser inesquecível, perfeito em cada detalhe minuciosamente imaginado e realizado. Desde a escolha dos padrinhos à Igreja, a roupa da criança, as flores, as lembranças que serão para sempre guardadas daquele dia, tudo deve parecer-nos encantador! E anos depois, cada vez que folhearmos o álbum de fotografias, recordaremos cheios de emoção aquele dia de sonho para toda a família!
 
Há pouco tempo vivi a experiência do Batismo com a Malu e não vejo a hora de repeti-la com a Eva, ainda mais depois do ensaio fotográfico que fizemos com elas no domingo passado! Desta vez, um grupo de amigos empreendedores reuniram-se em volta do tema “Batismo” e, cada qual em sua vertente, ofereceram ideias e sugestões maravilhosas!
 
Falo-vos da Mamã dá Licença, loja especializada em enxovais e roupas de criança que mais parecem saídas de um conto de fadas; da Pó de Cacau, dedicada a confeção de brindes personalizados e embalagens elegantes, de bom gosto e muito criativas; da Lili Cherry, capaz de fazer maravilhas com flores, conferindo a tudo um ar romântico e delicado, da Live Wedding Vídeo, especialista em contar histórias dignas de Cinema  e dos Estúdios J. A. Santos, experientes em captar a magia das crianças e em reportar dias festivos de modo a nunca se apagarem de nossas memórias.
 
Foi um dia meio a brincar, mas realizado de todo o coração! Uma amostra que poderá vos ajudar quando forem a vossa fez (a valer!) de idealizarem o Batizado dos vossos pequenos… Soltamos nossos anjos no jardim e o resultado foi um sonho!
 

 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O espetacular Bolo de Laranja da Filipa

Escrever um blogue não era propriamente um assunto presente em minha vida. E é engraçado que agora sinto que faz todo o sentido: é alegre, informativo e agrada a muita gente. Assim, pouco a pouco, mais pessoas vêm partilhar conosco, como aconteceu com a Filipa. Para ser justa, tenho de dizer que quando decidi viver de vez em Portugal sabia que tinha de refazer toda a vida. Foi uma decisão difícil, já que, além da família e do trabalho, não ter amigos por perto me assustava! Os amigos não precisam ser numerosos, mas é imprescindível um ou dois com quem vez por outra a gente possa esvaziar a cabeça; além de um tanto de amigos desses que fazem a vida menos solitária, que a gente sabe que estão ali logo ao lado, atentos! A Filipa é uma dessas amigas! Desta vez, a Filipa, meio a brincar, lançou-me um desafio ao enviar a sua receita de bolo de laranja, que diz ser mais fácil e rápida de preparar do que a do bolo de maçã! Fui testar e, de fato, o bolo de laranja da Filipa é imbatível! E mais: delicioso! 

Vão achar que é impossível, mas abaixo está a receita de bolo mais fácil e rápida que há no mundo:

Ingredientes
1 laranja inteira com casca e tudo (lavada)
4 ovos
2 chávenas (xícaras) de farinha de trigo
1 a 2 chávenas (xícaras) de açúcar
1 chávena (xícara) de óleo
1 colher de chá de fermento
(Eu acrescento 1 chávena de água e 1 colher de chá de bicarbonato de sódio para o bolo ficar mais fofo)

Modo de preparar
1. Bater os ovos e a laranja inteira no liquidificador até a laranja se desfazer completamente. 2. Juntar o resto dos ingredientes (menos o fermento) e continuar a bater até resultar numa massa homogénea. 3. Por último, acrescentar o fermento (e o bicarbonato de sódio) e misturar ligeiramente. 4. Pôr em forma untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo. 5. Levar a assar a 180º, por cerca de 45 minutos.


domingo, 12 de maio de 2013

Feliz Dia da Minha Mãe!

Conta a história que em 1905, a americana Anna Jarvis, após a morte de sua mãe, entrou numa grande depressão. Preocupadas com o seu estado, um grupo de amigas decidiram organizar uma festa em homenagem à mãe de Anna, como forma de perpetuar a sua memória. Anna quis que a festa se estendesse para todas as mães do mundo, vivas ou mortas, e em 1914 a data foi oficializada, passando a ser comemorada no segundo domingo de Maio.
 
Vários países seguiram o exemplo dos Estados Unidos, instituindo um dia nacional em homenagem às mães. No Brasil, também comemora-se o Dia das Mães no segundo domingo de Maio. Portanto, hoje a minha mãe está de parabéns pelo seu dia! Infelizmente a distância não permite que eu esteja com ela (como gostaria!), proporcionando-lhe quem sabe um dia agradável e feliz! Quero, ainda assim, recordar-lhe que eu apenas cresci, tornei-me mãe, mas guardo intocável as memórias do seu melhor amor.
 
Hoje, nos meus alfarrábios, encontrei uma foto que reflete exatamente esse amor, onde me encontro sentada ao seu colo. Tinha perto de 3 anos e a minha mãe, aproximadamente, 21. Era um dia de domingo e vestíamos condizentes. Olhando para a foto, posso lembrar-me até do perfume que me punha e do quanto eu me sentia feliz, protegida, cuidada e amada. Custa-me imenso que esse amor às vezes pareça ter ficado guardado num passado impresso em fotografias, sufocado entre angústias e preocupações, sem tempo para ser ele mesmo! E qual a minha culpa para que isso tenha acontecido?
 
Por isso, hoje, comemoro o dia da minha mãe e lhe presto a minha mais sentida homenagem, sentada ao seu colo, feliz, protegida, cuidada e amada… Porque o amor que dela recebi perpetuou-se no infinito amor que sinto por ela!
 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

No consultório com o Médico Dentista Humberto Prates: O desenvolvimento dos maxilares nas crianças

A saúde bucal das crianças é algo que valorizo muito. Convenhamos, não há nada mais encantador do que um sorriso com todos os dentes perfeitinhos! Este cuidado, como é óbvio, deve ser cultivado desde a mais tenra idade.
 
Assim, além do ritual com a escovação dos dentes pelo menos duas vezes por dia, anualmente – e por hábito – levo as meninas a uma consulta com o Médico Dentista, que neste caso é o Dr. Humberto Prates, Sócio das Clínicas Dental One (Lisboa) e Dental Power (Odivelas), a quem recorro fielmente desde 2006. Portanto, só tenho as melhores indicações a dar acerca do Dr. Humberto, não somente pela qualidade do seu trabalho, mas também porque acho-o bastante ético e responsável com o valor cobrado pelos seus honorários.
 
De modo que, por confiar bastante na opinião profissional do Dr. Humberto, convidei-o a vir partilhar conosco um assunto que considerasse de grande importância e que fosse pouco difundido, sendo, desta forma, bastante útil para todos nós. O Dr. Humberto aceitou prontamente o meu convite e nos trouxe um tema que com certeza deixará muitos leitores, literalmente, de “boca aberta”!
 
Hoje vamos saber um pouco sobre o desenvolvimento dos maxilares nas crianças, segundo o Médico Dentista Humberto Prates: 
“Tomem atenção ao crescimento e desenvolvimento dos maxilares nos mais pequenos, podem ser a causa de muitos problemas!
São vários os fatores que podem condicionar essas alterações nos maxilares durante o desenvolvimento do esqueleto nas crianças. Existem causas hereditárias (inalteráveis) e comportamentais (hábitos). Hábitos como chuchar até tarde, chuchar no dedo ou pôr permanentemente objetos inapropriados na boca podem ser algumas das causas de uma má formação no desenvolvimento dos maxilares, indo essa alteração ter repercussões a nível local, sistémico, comportamental e postural; condicionando assim todo um processo biológico e estrutural de desenvolvimento da criança.  
Mas para compreendermos a importância de tudo isto, temos de pensar no problema como causa de inúmeras sequelas em todo o corpo. A nível local, existe um desenvolvimento assimétrico do terço inferior da face, problemas respiratórios, problemas de deglutição, dificuldade de mastigação, predominância de maior número de cáries, sensação de boca seca, alterações na produção de saliva, problemas fonéticos, dores e tensões articulares e musculares no pescoço e ombros, entre outros. A nível sistémico e postural, as alterações são permanentes e manifestam-se em todo o corpo, podendo ser a causa de problemas gástricos, devido à má mastigação dos alimentos, bem como cardíacos, respiratórios e posturais ao nível da coluna vertebral, podendo influenciar em todo o desenvolvimento esquelético e postural da criança.
O mais interessante é que estes problemas, que muitas vezes não damos importância, influenciam no seu comportamento social, existindo estudos que referem que cada tipo de desenvolvimento maxilar e intermaxilar tem um padrão comportamental distinto e muito bem marcado, podendo as anomalias do desenvolvimento facial e maxilar influenciar assim em toda a nossa vida. 
Por isso, olhem com atenção para as vossas crianças e se notarem alguma alteração basta consultar um especialista, pois a maioria dos casos têm solução, desde que sejam acompanhados desde a infância”.
 
  

terça-feira, 7 de maio de 2013

"Batalha de Mestre", por Achel Tinoco

Nos meus alfarrábios há contos, crônicas, histórias, passatempos e receitas para todos os gostos. Há informação, esclarecimento e muita curiosidade. Há pessoas, amigos, família, parceiros, há sem dúvida de tudo um pouco, mas tudo que está nos meus alfarrábios passa antes pela minha verificação. E somente vai parar lá, porque é útil e importante para mim ou porque pode ser útil e importante para os leitores. Digamos que é como uma base-de-dados repleta de coisas boas!
 
Assim, nos meus alfarrábios também constam os livros de um grande amigo escritor, de uma típica família cacauicultora do interior da Bahia, que eu admirava por dar aos filhos os nomes mais parecidos com personagens de contos infantis do meu imaginário: Drayden, Yalu, Pagana, Achel… Uma família diferente, na concepção da pequena cidade rural de onde também eu vim!
 
E foi assim que, nesta família de emigrantes do Pará para o interior da Bahia, entre as roças de cacau e as personagens reais que povoavam aquelas terras de Ibirataia, Achel Tinoco foi retirando os contos que aos poucos deram alma às personagens fictícias que hoje habitam os seus romances e poemas.
 
Achel Tinoco merece todo o meu respeito, principalmente por ter ultrapassado as dificuldades que obrigavam os inquietos de espírito a abandonar suas casas e família, em busca dos sonhos somente concretizáveis para além das porteiras da Fazenda. Atualmente, Achel Tinoco vive exclusivamente da venda de seus livros e firmou-se definitivamente como mais um grande escritor brasileiro, declaradamente fã de José Saramago e Gabriel Garcia Marques.
 
Indico-vos a leitura de Batalha de Mestre, o mais recente romance do autor, inspirado na trajetória do seu irmão Yalu nos EUA, que particularmente tocou-me pelas semelhanças com a minha própria história e de outras pessoas que conheci em Coimbra - todas travando suas próprias batalhas pessoais! Sei, entretanto, que é irresistível a forma engraçada e provocante como Achel Tinoco nos seduz até a última linha, razão pela qual vocês vão adorar conhecê-lo!
 
Batalha de Mestre, Editora Europa, está a venda nas principais livrarias do Brasil e através da Internet, ao preço sugerido de R$ 29,90 (moeda brasileira).
 
Confiram a sinopse:
 
“A batalha descrita nas páginas deste livro é a mais bela que um ser humano pode travar: a superação pessoal em busca do conhecimento. O leitor vai se rir e vai se emocionar ao se deparar com a luta do jovem Kaloã para realizar o sonho de fazer um mestrado nos Estados Unidos. Formado em Engenharia Agronômica, vê-se diante de um dilema: frequentar o serviço público ou administrar a fazenda do pai? Decide ir para os Estados Unidos sem conhecer a língua, sem emprego acertado, somente com a cara e a coragem. Lá, encontra um mundo completamente diferente do que imaginara: hipócrita, egoísta, hostil. Nesse meio, começa sua luta para trabalhar, estudar, sobreviver: será lavador de carros, entregador de pizzas, pintor de paredes, garçom, ao tempo em que planeja o mestrado em Comércio Internacional. Anos de angústia, decepções, incertezas até receber o diploma de uma conceituada Universidade americana. O autor narra, de forma descontraída e emocionante, a história desse brasileiro idealista que saiu do interior da Bahia para ‘ganhar o mundo’, não importando quão teria de persistir. Kaloã partiu para ‘conquistar a América’. Batalha de Mestre muito deve inspirar quem ainda tem dúvidas se vale a pena correr atrás da realização de um sonho, por mais distante que ele possa parecer”.

 

sábado, 4 de maio de 2013

Queridas Mães!

Todas as noites antes de dormir, enquanto a Malu faz suas orações ao Anjo da Guarda – que sempre terminam numa prece para que “não sonhe com os maus, nem com nada”, a Eva ouve atenta e eu concluo abençoando-as e fazendo os meus pedidos... dirigidos a elas. Hoje nada pedi. Agradeci a Deus o facto de ser a mãe delas e o facto de, desde então, nunca mais ter estado só.

As minhas filhas vieram para ensinar-me o verdadeiro significado do amor de mãe. Não se ama um filho só por ser mãe! Muitas vezes, o amor de mãe nos engana e vem depois disfarçado de outras caras, outras formas... daí que a verdadeira mãe nem sempre é a biológica. E foi somente através de minhas filhas que eu compreendi isto a fundo. Devo-lhes o meu amor-próprio, a minha compaixão e a minha vida totalmente preenchida.

Mas sei que, como eu, um dia elas seguirão à procura da sua própria definição de amor, naquela viagem que provavelmente me trará novamente para dentro de mim. Hoje a minha maior tarefa, como mãe, é prepara-las para esse caminho por vir, plantando em seus pequenos corações o amor e o respeito pela família. Passo-vos o que de bom recebi e preservo-as daquilo que não quis para mim. Porque o verdadeiro amor, é justo! 

Também por isto, escolhi para esse dia um trecho do livro O Profeta, de Gibran Khalil Gibran, que muitos devem conhecer ou já devem ter ouvido falar. Li-o ainda na adolescência e, já na altura, a minha alma ansiosa guardou-o na memória, predisposta a segui-lo. 

Feliz Dia da Mãe, queridas mães! Em Portugal, hoje celebra-se o nosso dia. No Brasil é comemorado no segundo domingo de Maio. Feliz Dia da Mãe, a mim e à minha também!
"E uma mulher que carrega o filho nos braços disse: 'Fala-nos dos filhos'.
E ele disse: 'Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Vêm através de vós, mas não de vós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos, porque eles têm seus próprios pensamentos. Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas; pois suas almas moram na mansão do amanhã, que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho. Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós, porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados. Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas. O Arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a Sua força para que Suas flechas se projetem, rápidas para longe. Que vosso encurvamento na mão do Arqueiro seja vossa alegria: pois assim como Ele ama a flecha que voa, ama também o arco que permanece estável'".
(Gibran Khalil Gibran, O Profeta, 1923). 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

“My first Riflle”: Apenas mais uma história trágica!

Hoje o meu dia começou invadido pela notícia vinda dos Estados Unidos (Cumberland, Kentucky), onde um menino de apenas 5 anos matou acidentalmente a irmã de 2 com a sua própria arma de fogo. A arma de calibre 22, chamada My first Riffle, é produzida pela empresa Cricket, especializada em roupas, livros e armas para crianças e foi um presente que o menino ganhou dos pais no seu 5º aniversário. Há menos de 1 mês, outra criança de 4 anos matou o amigo de 6, também com disparo de arma de fogo nos EUA (New Jersey).
 
Fiquei chocada. Tanto pela tragédia quanto pela forma como os americanos percecionam essas fatalidades. Em verdade, a população americana orgulha-se em ser a sociedade mais armada do mundo (uma em cada três pessoas possuem uma arma de fogo) e por estar apta a lutar pelo país em caso de invasão. Não importam os meios quando os fins se justificam, desde que tenham a liberdade de garantir a sua própria segurança, não importam os massacres que volta e meia nos fazem interrogar sobre a importância de leis mais restritivas acerca das armas de fogo. Basta dizer que, no dia a seguir aos tiroteios de Tucson (Arizona, 2011), 60% da população do Arizona correu às lojas para comprar armas de fogo, receosa com a possibilidade do Governo proibi-las para os particulares.
 
Qualquer pessoa nos EUA, acima de 18 anos, pode comprar armas ou munições, exigindo-se apenas o preenchimento de um formulário que é entregue ao vendedor e é este funcionário quem decide se completa ou não a venda, após uma pesquisa no NICS do FBI (National Instant Criminal Background Check System), mesmo não sendo uma autoridade. É fácil imaginar a fragilidade desse Sistema e a razão pela qual muitos utilizam-se de compradores intermediários para concretizar o seu desejo de possuir uma arma de fogo, como também acontece usualmente no caso dos pais que compram armamentos para os filhos menores, comandando a sua própria milícia. Além disso, fala-se já, para muito em breve, na possibilidade de se poder descarregar pela Internet e imprimir uma arma perfeitamente funcional através de uma impressora 3D.
 
E fico aqui a me questionar de quem seria a responsabilidade no caso deste triste acidente (mais um!) ocorrido na terça-feira passada nos EUA envolvendo duas crianças e uma mãe supostamente desatenta! De acordo com a sua explicação, ausentou-se por apenas 3 minutos, tempo suficiente para a tragédia acontecer. Mas, quantas vezes também nós deixamos nossos filhos sós, por apenas 3 minutos, confiantes no controlo absoluto da nossa quase sobrenaturalidade? Como responsabilizar a negligência dessa mãe, se antes os Estados Unidos aceitam e de certa forma facilitam o acesso das crianças às armas de fogo? O que fazer neste caso, se a própria vida encarregou-se de prender perpetuamente esta mulher dentro do seu mais severo e imperdoável julgamento próprio? Haverá, afinal, algo que possa recompor os fatos? Talvez, não!